terça-feira, 16 de agosto de 2011

Verdade , Benevolência , Tolerância

Ontem dia 15/08 , fomos a exposição na faculdade Anhanguera na Brigadeiro sobre a arte de Falun Dafa que é praticada na China. Lá nós vimos como era a prática do Falun Dafa , através de vários quadros , alguns quadros eram tão profundos que dava para sentir o que ele queria dizer. Descobrimos que a perseguição começou em 1999 , e desde lá os chineses colhem assinaturas de vários lugares para conseguir parar essa perseguição.
Crianças eram presas com as mães , algumas crianças saiam de casa e quando voltavam viam que as casas estavam interditadas e seus pais presos , então viravam orfãs.

Marina S. Araujo

terça-feira, 9 de agosto de 2011

Dia dos Pais

Dia dos Pais está chegando , e nada que você dar um presente bem legal pra ele , podendo ser de um dolly ou um carro? Mas se você por acaso fizesse um poema pra ele ? ou pegar um da internet? seria bem legal , certo ? A baixo um poema feito por nós:

Papai,
Meu amor por você é tão grande ,
que com palavras não consigo demonstrar!
É um geito diferente de te amar , que eu nem consigo
explicar!
Há pai , com três palavras e sete letras eu te digo uma coisa:
EU TE AMO.

Luana Vêlez e Marina Silveira.

terça-feira, 14 de junho de 2011

Ontem foi o 123° aniversário do Fernando Pessoa.

Hoje é o 123° aniversário de uns dos melhores poetas do século: FERNANDO PESSOA, agora a Biografia desse génio da poesia.


Fernando António Nogueira Pessoa nasceu em 1888, em Lisboa, aí morreu em 1935, e poucas vezes deixou a cidade em adulto, mas passou nove anos da sua infância em Durban, na colónia britânica da África do Sul, onde o seu padrasto era o cônsul Português. Pessoa, que tinha cinco anos quando o seu pai morreu de tuberculose, tornou-se num rapaz tímido e cheio de imaginação, e num estudante brilhante.


Pouco depois de completar 17 anos, voltou para Lisboa para entrar na universidade, que cedo abandonou, preferindo estudar por sua própria conta, na Biblioteca Nacional, onde leu sistematicamente os grandes clássicos da filosofia, da história, da sociologia e da literatura (portuguesa em particular) a fim de completar e expandir a educação tradicional inglesa que recebera na África do Sul. A sua produção de poesia e de prosa em Inglês foi intensa, durante este período, e por volta de 1910, já escrevia também muito em Português. Publicou o seu primeiro ensaio de crítica literária em 1912, o primeiro texto de prosa criativa (um trecho do Livro do Desassossego) em 1913, e os primeiros poemas em 1914.

Vivendo por vezes com parentes, outras vezes em quartos alugados, Pessoa ganhava a vida fazendo traduções ocasionais e redacção de cartas em inglês e francês para firmas portuguesas com negócios no estrangeiro. Embora solitário por natureza, com uma vida social limitada e quase sem vida amorosa, foi um líder activo do movimento Modernista em Portugal, na década de 10, e ele próprio inventou vários movimentos, incluindo um "Interseccionismo" de inspiração cubista e um estridente e semi-futurista

Pessoa manteve-se afastado das luzes da ribalta, exercendo a sua influência, todavia, através da escrita e das tertúlias com algumas das mais notáveis figuras literárias portuguesas. Respeitado em Lisboa como intelectual e como poeta, publicou regularmente o seu trabalho em revistas, boa parte das quais ajudou a fundar e a dirigir, mas o seu génio literário só foi plenamente reconhecido após a sua morte. No entanto, Pessoa estava convicto do próprio génio, e vivia em função da sua escrita. Embora não tivesse pressa em publicar, tinha planos grandiosos para edições da sua obra completa em Português e Inglês e, ao que parece, guardou a quase totalidade daquilo que escreveu.

Em 1920, a mãe de Pessoa, após a morte do segundo marido, deixou a África do Sul de regresso a Lisboa. Pessoa alugou um andar para a família reunida - ele, a mãe, a meia irmã e os dois meios irmãos - na Rua Coelho da Rocha, nº 16, naquela que é hoje a Casa Fernando Pessoa. Foi aí que Pessoa passou os últimos 15 anos da sua vida - na companhia da mãe até à morte desta, em 1925, e depois com a meia irmã, o cunhado e os dois filhos do casal (os meios irmãos de Pessoa emigraram para a Inglaterra).

Familiares de Pessoa descreveram-no como afectuoso e bem humorado, mas firmemente reservado. Ninguém fazia ideia de quão imenso e variado era o universo literário acumulado no grande baú onde ele ia guardando os seus escritos ao longo dos anos.

O conteúdo desse baú - que hoje constitui o Espólio de Pessoa na Biblioteca Nacional de Lisboa - compreende os originais de mais de 25 mil folhas com poesia, prosa, peças de teatro, filosofia, crítica, traduções, teoria linguística, textos políticos, horóscopos e outros textos sortidos, tanto dactilografados como escritos ou rabiscados ilegivelmente à mão, em Português, Inglês e Francês. Pessoa escrevia em cadernos de notas, em folhas soltas, no verso de cartas, em anúncios e panfletos, no papel timbrado das firmas para as quais trabalhava e dos cafés que frequentava, em sobrescritos, em sobras de papel e nas margens dos seus textos antigos. Para aumentar a confusão, escreveu sob dezenas de nomes, uma prática - ou compulsão - que começou na infância. Chamou heterónimos aos mais importantes destes "outros", dotando-os de biografias, características físicas, personalidades, visões políticas, atitudes religiosas e actividades literárias próprias. Algumas das mais memoráveis obras de Pessoa escritas em Português foram por ele atribuídas aos três principais heterónimos poéticos - Alberto Caeiro, Ricardo Reis e Álvaro de Campos - e ao "semi-heterónimo" Bernardo Soares, enquanto que a sua vasta produção de poesia e prosa em Inglês foi, em grande parte, creditada aos heterónimos Alexander Search e Charles Robert Anon, e os seus textos em francês ao solitário Jean Seul. Os seus muitos outros alter-egos incluem tradutores, escritores de contos, um crítico literário inglês, um astrólogo, um filósofo e um nobre infeliz que se suicidou. Havia até um seu "outro eu" feminino: a corcunda e perdidamente enamorada Maria José. No virar do século, sessenta e cinco anos depois da morte de Pessoa, o seu vasto mundo literário ainda não está completamente inventariado pelos estudiosos, e uma importante parte da sua obra continua à espera de ser publicada.

Fonte: Casa Fernando Pessoa


Postado por: Marina Silveira

terça-feira, 31 de maio de 2011

Pense nisso...

Não Faça sua Vida
de Rascunho
Pois não tenha
Tempo de Passa-lá a
LIMPO

Vida

A vida é Feita de Momentos

Então Viva Cada como

Se fosse o Último......

terça-feira, 17 de maio de 2011

Blog em construção!

Olá pessoal, nosso blog está entrando em construção para o melhoramente de layout e etc.
Logo, logo voltaremos com assuntos de interesse a todos e com vários textos diários ou semanais sobre nossa sala!

E é isso, até breve....






Por: Marina

sábado, 8 de janeiro de 2011

Rafaela

Oi meu nome é Rafaela tenho 11 anos tudo começou quando a Lorena e Marina estavam subindo para a sala de informatica e a Marina me chamou para ir ajudar a fazer o blog da sala,então fizemos varias postagens legais.Adoro poemas do Mario Quintana,Fernando Pessoa, e etc.
Então por enquanto é só isso,espero que vocês tenham gostado do nosso blog da sala.

Beijos e até a próxima Rafaela